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Sucessão empresarial

Stanley Martins Frasão

Uma boa solução para resolver o problema futuro é a contratação de um seguro sobre a vida dos sócios da empresa, pago pela empresa e cuja indenização será utilizada para a compra da participação acionária do sócio falecido.

Optando-se pela contratação de um seguro para tal finalidade, todos os sócios da empresa devem acordar e aceitar a eliminação de toda e qualquer possibilidade de sucessão pessoal. Aos sucessores, caso faleça um dos sócios, será garantido uma quantia em dinheiro, igual ao valor da participação acionária do sócio falecido, de modo que o pagamento seja eticamente correto, calculado sobre uma fórmula previamente estabelecida e aceita, sem contestações, por todos os sócios.

Essa primeira fase termina com a sustentação jurídica desse acordo, por meio de uma alteração na cláusula de sucessão no estatuto ou contrato social, registrando o fato de não existir sucessão pessoal, mas sim, pagamento em dinheiro da parte do sócio falecido aos seus herdeiros.

Após estabelecido o valor dos direitos de sucessão de cada acionista ou quotista, um Seguro de Vida é contratado, com capital segurado no valor que foi estabelecido para cada sócio.

Na cláusula “beneficiário” deverá ser indicado que 100% do valor da indenização será pago diretamente aos sucessores do sócio/acionista.

O Seguro cria uma proteção eficiente, fácil e de baixo custo para a garantia de uma

sucessão empresarial, evitando-se litígios.

Esta modalidade de seguro evita que sejam utilizados recursos da empresa ou dos sócios remanescentes, garantindo que ambos, acionistas/quotistas e empresa, continuem capitalizados e com o problema da sucessão resolvido.

Vale indicar alguns benefícios do seguro de sucessão empresarial, tais como:

a) Permite que os sócios remanescentes continuem controlando a empresa, sem a interferência dos sucessores;

b) A contratação do Seguro deixa os sócios tranquilos e evita quaisquer conflitos

sobre sucessão com os sócios remanescentes; e,

c) Se estabelecido no Acordo de Acionistas/Quotistas que a indenização será paga diretamente pela seguradora para os sucessores, por ser uma indenização de seguro de vida, não há incidência de impostos.

O seguro acima mencionado com a sustentação jurídica necessária, por meio de uma alteração na cláusula de sucessão no estatuto ou no contrato social é uma boa opção a ser pensada pelo empresariado, que evitará problemas financeiros e jurídicos futuros a seus sucessores.
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*Stanley Martins Frasão é sócio do escritório Homero Costa Advogados.

Por esses e outros motivos, o seguro de vidas é de extrema importância no mundo em que vivemos. Não perca tempo e venha conhecer a NobreSeg Corretora de Seguros e solicite a sua cotação ainda hoje!

 

Fonte: Stanley Martins Frasão / Migalhas

 

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Veja Também: http://www.nobreseg.com.br/quanto-custa-um-seguro-de-vida/

Quanto custa um seguro de vida?

Imagem de uma mãe segurando sua filha com a descrição: Quanto custa um seguro de vida?

Quanto custa a proteção da sua família? Facilmente podemos dizer que não tem preço manter a nossa família tranquila e protegida, principalmente se você é uma pessoa responsável por manter a estabilidade financeira do seu lar. Sabemos que imprevistos acontecem em qualquer momento, mas o que você está fazendo para proteger a sua família na sua ausência? Uma das opções é o seguro de vida, que mantém a estabilidade financeira com diversas coberturas. Ficou curioso para saber o preço do seguro de vida? Continue lendo essa postagem!

Como funciona o seguro de vida?

O seguro de vida é uma proteção voltada para você e quem você ama. Engana-se quem pensa que esse seguro cobre apenas morte. Conheça abaixo algumas das proteções que você pode contratar para sua família.

Morte Acidental ou Natural – Essa é a cobertura básica, sendo necessária a sua contratação em qualquer modalidade do seguro de vida. Com ela, os beneficiários da apólice recebem o valor contratado no caso de morte do segurado.

Invalidez Permanente Total ou Parcial Por Acidente – Quando contratada, esta cobertura garante indenização ao segurado que sofrer perda ou redução funcional definitiva de algum membro ou órgão de maneira total ou parcial.

Cobertura Por Despesas Médicas– Quando contratada, essa proteção garante reembolso de despesas médico-hospitalares e odontológicas causadas por acidentes cobertos pela apólice.
Assistência funeral individual ou familiar – Os gastos com funeral podem ser um problema no momento do falecimento. Ao contratar essa cobertura, o segurado pode receber um auxílio no pagamento do funeral, sendo de seu cônjuge ou filhos menores de 18 anos ou de seu próprio.

Doenças graves – Contratando um seguro com essa proteção, o segurado recebe indenização em caso de doenças graves e pode usar o valor para o tratamento. Ela pode ser usada em doenças como câncer, cirurgia nas artérias coronarianas, acidente vascular encefálico e outras.

Diária Por Incapacidade Voluntária – A contratação desta cobertura é indicada principalmente para os profissionais liberais e autônomos. E o motivo é claro: se essas pessoas se afastarem do trabalho por causa de imprevistos, elas não recebem salário. Com essa cobertura, há uma indenização de suas diárias no caso de precisar se afastar do trabalho causado por acidentes cobertos.

Essas são algumas das coberturas que você pode contratar com o seguro de vida, há muitas outras que você pode optar para proteger você e a sua família mais ainda.

Mas afinal, quanto custa um seguro de vida?

Como cada pessoa é diferente uma da outra e com necessidades diferentes, é difícil falar um valor exato do seguro de vida.

Para o cálculo do seguro, é levado em consideração diversos fatores, como idade, condições de saúde e estilo de vida. Por exemplo, quem leva uma vida com hábitos saudáveis, pratica atividade física e se preocupa com a alimentação, tem melhores condições do seguro do que uma pessoa que leva uma vida com hábitos que não são saudáveis.

Separamos abaixo valores mínimos para a contratação do seguro de vida.

Seguro de Vida Individual Vida Mais Mulher Acidentes Pessoais Plus
A partir de R$0,17/dia no plano anual A partir de R$0,30/dia no plano anual A partir de R$0,14/dia no plano anual

De acordo com a Porto Seguro, você encontra seguros de vida no plano anual partir de R$61,20 por ano. Pode-se perceber que o valor do seguro de vida não é caro, principalmente quando vemos o tanto de proteção que ele pode oferecer a você.

Vale a pena ter seguro de vida?

Vamos imaginar que você é um dentista e possui um consultório para atender seus pacientes. Você até conhecia o seguro de vida, mas resolveu não contratar por motivos financeiros.

Entretanto, em uma tarde ensolarada você sofre um acidente e precisa ficar afastado das suas atividades profissionais. Certamente essa ausência no consultório, pode trazer instabilidade financeira, já que você não vai trabalhar por esse período.

Agora, se você estivesse com o seguro de vida com uma cobertura de diária por incapacidade temporária, certamente o prejuízo seria menor.

Por esses e outros motivos o custo-benefício que você encontra no seguro de vida é um dos principais motivos para contratá-lo. Além disso, você garante a educação dos seus filhos, o bem estar da sua família, estabilidade financeira e diversas outras tranquilidades para quem você ama.

Caso você não queira receber o seguro de vida somente quando algum sinistro previsto na apólice ocorrer, você pode optar por um seguro de vida resgatável. Assim você possui uma espécia de mistura entre o seguro de vida com investimento.

Ficou interessado em saber o valor para você? Calcular seguro de vida é fácil: faça uma cotação, afinal, aqui na NobreSeg trabalhamos com todas as seguradoras líderes de mercado. Veja valores que cabem no bolso e fique protegido contra diversos imprevistos.

 

 

Fonte: Bidu

 

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Por que você deveria fazer um seguro de vida?

Ele é uma ferramenta essencial de planejamento financeiro e pode ser mais barato do que você imagina

São Paulo – Talvez você gaste 2 mil reais por ano (ou mais) com o seguro do carro, mas não pague menos de 10% disso para proteger sua família se acontecer algo inesperado com você. Está na hora de pensar no seguro de vidacomo um item básico de planejamento financeiro, e não como mais um produto das seguradoras que você nunca vai usar.

“É difícil pensar com frieza que todos nós vamos morrer, que isso pode acontecer a qualquer momento e que sua família precisará respirar quando você morrer. Esse não é um dinheiro jogado pela janela”, esclarece o educador financeiro José Vignoli, do SPC Brasil.

O seguro de vida paga uma indenização a quem você escolher logo após a sua morte, reduzindo o impacto no padrão de vida das pessoas que dependem financeiramente de você por um período. Alguns também pagam os custos do funeral.

Você também pode receber esse dinheiro em caso de invalidez ou doença grave. As apólices podem incluir uma infinidade de outras coberturas.

O pagamento da indenização é isento de Imposto de Renda e, em caso de morte, é feito independentemente do inventário ou da partilha de bens entre os herdeiros, que podem demorar.

“A morte de alguém é um momento sensível, em que a vida parece travar, mas as despesas continuam”, lembra a educadora financeira Cássia D’Aquino.

Quanto custa um seguro de vida?

Para incentivar que os consumidores façam seguro de vida, a Proteste (associação dos consumidores) realizou um levantamento do preço de coberturas nas maiores seguradoras do país, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Na avaliação da associação, uma cobertura básica precisa incluir, no mínimo, indenização por morte natural, por morte acidental e por invalidez permanente por acidente. Algumas das coberturas básicas das seguradoras pesquisadas já incluem coberturas adicionais no preço.

Os valores foram calculados para um consumidor com o seguinte perfil: homem, administrador de empresas, com 35 anos, 70 quilos, 1,70 metro de altura, casado, não fumante e não obeso.

A seguir, você confere quanto custa, por ano, um seguro de vida nas três seguradoras que oferecem essa cobertura básica, para esse perfil de consumidor, com o melhor custo benefício, segundo avaliação da Proteste:

Seguradora Indenização de R$ 50 mil Indenização de R$ 75 mil Indenização de R$ 100 mil
Sul América* R$ 135,00 R$ 198,96 R$ 266,28
Mapfre** R$ 149,17 R$ 511,70 R$ 681,79
Allianz*** R$ 127,54 R$ 191,31 R$ 255,09

Sul América*: Seguro Vida Individual, que, além da cobertura básica, inclui cobertura adicional em caso de morte do cônjuge (50% da indenização), invalidez por doança funcional e doenças graves (50% da indenização).

Mapfre**: Seguro Mapfre Vida Você Multiplex, que, além da cobertura básica, inclui cobertura adicional em caso de morte do cônjuge, invalidez total por acidente do cônjuge, invalidez por doançe funcional e doenças graves (100% da indenização em todos os casos)

Allianz***: Seguro Vida Individual, que, além da cobertura básica, inclui cobertura adicional em caso de invalidez por doença funcional.

Como é calculado o preço?

Quanto mais jovem e saudável você é, mais barato é o seguro de vida. Ao contratar uma apólice, é preciso fornecer informações verdadeiras sobre o seu estilo de vida e estado de saúde. Para calcular o preço, a seguradora considera a probabilidade do consumidor morrer durante o período de vigência do produto, normalmente de um ano.

“Calcular o preço é complexo. Pode ser muito barato ou muito caro, dependendo do valor de indenização que você quer receber e dos acessórios que incluir na cobertura”, explica Aura Rebelo, diretora de marketing e canais da Icatu Seguros.

O seguro de vida é mais caro para mulheres, por causa da expectativa de vida maior. Lembre que o preço do seu seguro de vida será reajustado a cada ano, pela sua idade e por um índice de correção monetária que acompanha a inflação, determinado no contrato.

Muitas pessoas superestimam o preço do seguro de vida, como mostrou um levantamento da Icatu Seguros. A pesquisa perguntou a 300 consumidores que não são clientes da seguradora quanto eles acham que custa um seguro de vida, de acordo com a sua idade e condições de saúde. Os entrevistados atribuíram um preço até 2,5 vezes acima do valor real.

Um seguro de vida tradicional para um homem de 30 anos, com boas condições de saúde, por exemplo, custa 75 reais por mês (900 reais por ano) nesta seguradora. A cobertura inclui indenizações em caso de morte (200 mil reais), invalidez (300 mil reais) e assistência funeral (5.500 reais). No entanto, 30% dos entrevistados estimaram um custo 150% maior, de 187 reais (2.244 reais por ano).

“Esse não é um produto anunciado na televisão. Um carro, por exemplo, é um sonho de consumo, e o seguro de vida não é, o que distancia ele das pessoas”, analisa Aura.

Como saber o valor da indenização que você precisa?

Não existe uma fórmula para fazer essa conta. Comece calculando todos os gastos que você tem na vida e quanto eles custam por mês, para manter todas as pessoas que dependem de você financeiramente (veja como fazer um orçamento financeiro e quais planilhas e aplicativos podem te ajudar nessa tarefa).

Então, estime por quanto tempo sua família precisaria desse dinheiro para se manter sem você, até se reestruturar. Você pode escolher, por exemplo, que quer ter uma indenização que pague a educação dos seus filhos até o fim da faculdade.

Se não tem tanto dinheiro assim para bancar um seguro com uma indenização tão alta, invista em um produto que pague, pelo menos, um ano de despesas, como sugere o educador financeiro José Vignoli, do SPC Brasil.

Lembre de incluir na conta sua renda investida em aplicações financeiras, se tiver, e suas dívidas que ficarão para a sua família pagar. Se achar muito difícil fazer essa conta sozinho, o corretor de seguros ou um planejador financeiro podem ajudar.

Faça uma revisão a cada cinco anos para entender se a cobertura contratada continua adequada para a sua necessidade, como recomenda o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), Edson Franco.

O tamanho da indenização que você precisa pode aumentar ou diminuir com o tempo, conforme o que acontecer na sua vida. Quando os seus filhos se tornarem independentes financeiramente, por exemplo, você poderá pagar um seguro mais barato, com uma indenização menor.

Que cuidados é preciso ter ao contratar o seguro?

É importante que você saiba exatamente que pacote de coberturas está contratando, pois eles podem ser muito diferentes um do outro. “Converse com um corretor de seguros, alguém que possa auxiliar você a entender o que precisa”, orienta o presidente da FenaPrevi, Edson Franco.

O corretor de seguros apresentará a você produtos de diferentes seguradoras. Essa pesquisa de mercado é essencial para comparar preços e coberturas, como destaca a técnica da Proteste Gisele Rodrigues.

No contrato, observe as exclusões, que são todos aqueles riscos que não serão cobertos pelo seguro que você escolheu. Algumas apólices possuem carência, um período em que não se pode usar o seguro, mesmo estando em dia com o pagamento.

Ao preencher o documento com todas as informações sobre a sua condição de saúde, seja o mais sincero possível, mesmo que corra o risco do seu seguro ficar mais caro. Em caso de má-fé, a seguradora pode recusar o pagamento da indenização.

 

Fonte: Exame / Júlia Lewgoy

 

Veja também: http://www.nobreseg.com.br/entenda-como-funciona-a-tabela-fipe/