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Os carros campeões do custo-benefício

Separamos sete modelos de várias categorias que custam menos e oferecem mais que os concorrentes

Aqui tem carro para todos os gostos e bolsos... Aqui tem carro para todos os gostos e bolsos…

Aqui tem carro para todos os gostos e bolsos… (Christian Castanho/Quatro Rodas)

De cada dez perguntas que chegam à nossa redação, pelo menos metade delas pede orientações sobre qual carro comprar. Faz sentido: afinal de contas, ninguém quer correr o risco de aplicar seus investimentos em um veículo que não atenda as suas necessidades.

Levando esse importante fator em consideração, analisamos os principais segmentos do mercado nacional em busca dos campeões da relação custo-benefício.

Chegamos a sete modelos completamente diferentes entre si, mas com um ponto em comum: todos oferecem qualidades únicas em seus segmentos por um valor que, se não é barato, fica bem abaixo da concorrência.

Talvez você conteste algumas decisões. Como o defasado Hyundai Tucson pode ter sido escolhido entre os SUVs? O que faz um sedã com câmbio manual como o Citroën C4 THP nesta seleção? E por que o Peugeot 208 vende tão pouco se ele é tão bom assim? Essas e outras respostas estão nos parágrafos abaixo.

 

Peugeot 208 Activ 1.2 PureTech – R$ 52.290

Hatch tem apetite comedido e também agrada pelo design e pela posição de dirigir Hatch tem apetite comedido e também agrada pelo design e pela posição de dirigir

Hatch tem apetite comedido e também agrada pelo design e pela posição de dirigir (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Economizar combustível é palavra de ordem no Peugeot 208. Apesar de ter perdido 3 cv e 1 mkgf de torque em relação ao antigo 1.5, o consumo do novo motor 1.2 Puretech caiu em até 37%. Seguindo nosso padrão de testar veículos com gasolina, o 208 fez 12,5 km/l na cidade e 17,2 km/l na estrada, superando outros modelos equipados com motor 1.0 tricilíndrico, como Fox, Ka e HB20.

Dentro da linha 208, a versão com melhor relação custo-benefício é a Active. Embora a Peugeot ofereça um pequeno desconto para as unidades 2016/16, prefira as unidades 17/17 (R$ 52.290), que terão menor desvalorização.

Nessa configuração, o 208 supera a concorrência em acabamento e lista de equipamentos, oferecendo ar-condicionado, direção elétrica, volante multifuncional, coluna de direção com regulagem de altura, central multimídia com Apple CarPlay e Android Auto e vidros elétricos nas quatro portas.

Volante de diâmetro menor e quadro de instrumentos elevados: posição de dirigir do 208 é uma das melhores do segmento Volante de diâmetro menor e quadro de instrumentos elevados: posição de dirigir do 208 é uma das melhores do segmento

Volante de diâmetro menor e quadro de instrumentos elevados: posição de dirigir do 208 é uma das melhores do segmento (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O belo design ainda atrai olhares pelas ruas, principalmente após a reestilização de 2016. Por dentro, destaque para a excelente posição de dirigir, graças ao volante de menor diâmetro (e ótima empunhadura) e o painel em posição elevada.

Seu ponto fraco é o desempenho: o compacto se comporta pouco melhor que um 1.0 nas acelerações, levando 14,8 segundos para atingir os 100 km/h. Os tempos de retomada também não são animadores, precisando de 22,6 segundos para ir de 80 a 120 km/h.

Motor 1.2 vibra pouco para um tricilíndrico, mas peca pela falta de fôlego Motor 1.2 vibra pouco para um tricilíndrico, mas peca pela falta de fôlego

Motor 1.2 vibra pouco para um tricilíndrico, mas peca pela falta de fôlego (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Já o câmbio manual de cinco marchas é bem escalonado, mas poderia ter engates mais curtos. Mesmo assim, quem quer fugir da simplicidade dos populares encontra no 208 uma pedida ideal, aliando a racionalidade de um carro econômico com um refinamento acima da média do segmento.

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 14,8 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 36 s
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 9,4 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 13,7 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 22,6 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 18,2 / 31,3 / 75,2 m
  • Consumo urbano: 12,5 km/l
  • Consumo rodoviário: 17,2 km/l

Ficha técnica – Peugeot 208 1.2

  • Motor: flex, diant., transv., 3 cil., 1.199 cm³, 12V, 90/84 cv a 5.750 rpm, 13/12,2 mkgf a 2.750 rpm
  • Câmbio: manual, 5 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.)
  • Freios: disco solido (diant.)/tambor
  • Garantia: 3 anos
  • Revisões (três primeiras): R$ 1.444
  • Seguro: R$ 3.411

Renault Sandero R.S. – R$ 63.750

Um hatch compacto de verdade com o mesmo preço de concorrentes que não têm nada além de adesivos e apêndices estéticos Um esportivo compacto de verdade com o mesmo preço de concorrentes que não têm nada além de adesivos e apêndices estéticos

Um esportivo compacto de verdade com o mesmo preço de concorrentes que não têm nada além de adesivos e apêndices estéticos (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Sabemos que o Renault Sandero, assim como o Logan, foi desenvolvido para ser um automóvel grande, simples e barato. A surpresa está em sua versão esportiva, preparada pela divisão francesa Renaultsport para seguir à risca as mesmas máximas – e que até ganhou elogios lá na França.

Em tempos de compactos esportivos definidos por adesivos e plásticos, o Renault Sandero R.S. representa o esportivo raiz.

Tem o grande motor 2.0 com coletor de admissão otimizado exclusivamente para ele render 150 cv de potência e 20,9 mkgf de torque, além de um câmbio manual de seis marchas.

Some ainda suspensão mais baixa, com molas mais rígidas e barras estabilizadoras reforçadas, rodas de 17 polegadas, bancos esportivos e vários adereços estéticos. Tudo isso por R$ 63.750.

Tem quem prefira pagar R$ 65.700 em um Sandero Stepway 1.6 automatizado – ou um pouco menos (R$ 63.250) por um Hyundai HB20 R-Spec sem nenhuma alteração mecânica.

Volante não deveria ser tão recuado. Câmbio de seis marchas tem engates imprecisos Volante não deveria ser tão recuado. Câmbio de seis marchas tem engates imprecisos

Volante não deveria ser tão recuado. Câmbio de seis marchas tem engates imprecisos (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Apesar de não perder o espírito simplório do Sandero, o R.S. tem tudo que um compacto completo deve ter, como ar-condicionado automático, controles deestabilidade e tração, assistente departida em rampa, central multimídia com GPS, vidros elétricos com função “um toque”, direção eletro-hidráulica e volante e pomo do câmbio revestidos de couro.

Bancos esportivos seguram bem o corpo, mas não são um primor em conforto Bancos esportivos seguram bem o corpo, mas não são um primor em conforto

Bancos esportivos seguram bem o corpo, mas não são um primor em conforto (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Também dispõe de equipamentos bem-vindos a um esportivo, como o seletor de modo de condução, que em modo Sport deixa o acelerador mais arisco e mantém o giro do motor elevado, e em modo Sport+ desliga todas as assistências eletrônicas – importante para track days, pois o controle deestabilidade não é muito permissivo.

O câmbio (infelizmente menos preciso que o desejável para um esportivo) tem relações curtas que, combinado ao ronco grave, transformam o Sandero R.S. em um carro instigante como nenhum outro compacto esportivo.

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 10 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 31,6 s
  • Velocidade máxima: 202 km/h
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 5 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 6,5 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 8,8 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 16,1 / 27,1 / 63,7 m
  • Consumo urbano: 8,6 km/l
  • Consumo rodoviário: 14 km/l

Ficha técnica – Renault Sandero RS

  • Motor: flex, diant., transv., 4 cil., 1.998 cm³, 16V, 150/145 cv a 5.750 rpm, 20,9/20,2 mkgf a 4.000 rpm
  • Câmbio: manual, 6 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.)
  • Garantia: 3 anos
  • Revisões (três primeiras): R$ 1.635
  • Seguro: R$ 3.230

Hyundai Tucson GLS 2.0 – R$ 74.990

Está longe de ser o mais moderno, mas bate os SUVs compactos de entrada em espaço e pacote de equipamentos. E no consumo também Está longe de ser o mais moderno, mas bate os SUVs compactos de entrada em espaço e pacote de equipamentos. E no consumo também

Está longe de ser o mais moderno, mas bate os SUVs compactos de entrada em espaço e pacote de equipamentos. E no consumo também (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O Tucson é como boa parte dos jovens de Seul: nasceram na Coreia do Sul, mas têm costumes dos americanos. Pedal de acelerador articulado, volante com aro fino, iluminação verde no interior e bancos pouco anatômicos remetem aos carros do segundo governo Clinton (1997-2001). Ainda assim, esta máquina do tempo feita em Anápolis (GO) desde 2010 tem o melhor custo-benefício entre os SUVs.

Um Duster básico, Expression 1.6, sai por R$ 71.000. Já o Tucson é vendido em versão única por R$ 74.990.

Nele, ar-condicionado automático digital, central com GPS (com Bluetooth só para chamadas), bancos de couro, faróis com acendimento automático, retrovisores eletricamente rebatíveis e ajuste de altura do banco do motorista e volante são de série.

Com interior todo cinza e iluminação verde, Hyundai Tucson lembra como eram os carros americanos no início do século Com interior todo cinza e iluminação verde, Hyundai Tucson lembra como eram os carros americanos no início do século

Com interior todo cinza e iluminação verde, Hyundai Tucson lembra como eram os carros americanos no início do século (Christian Castanho/Quatro Rodas)

É verdade que faltam computador de bordo, piloto automático e controles de estabilidade e tração, mas eles também estão ausentes dos concorrentes com preço parecido.

E o velho Tucson é o único com vidro traseiro basculante e porta-malas (deenormes 528 litros) todo revestido de plástico – dá para levar sacos de gelo para o churrasco sem dor na consciência.

Por ser largo, tem espaço interno melhor do que nos SUVs derivados decompactos. Três pessoas se acomodam no banco de trás sem reclamar, graças ao assoalho plano.

Vidro traseiro basculante dá acesso ao porta-malas Vidro traseiro basculante dá acesso ao porta-malas

Vidro traseiro basculante dá acesso ao porta-malas (Christian Castanho/Quatro Rodas)

A mecânica é datada: o motor 2.0 flex de 146 cv tem projeto antigo e o câmbio automático de quatro marchas dificulta tudo, mesmo quando se usam as trocas sequenciais na alavanca. Com 0 a 100 km/h em 14,4 segundos, é 0,1 segundo mais lento que o Jeep Renegade 1.8 flex.

A suspensão que faz do Tucson duro em piso irregular não evita que a carroceria incline em curvas. Nesse ponto, está mais para uma Blazer do que para um Renegade. Não tem jeito: ele está aqui por ser bem barato, e só é barato por ter projeto antigo.

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 14,4 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 36 s
  • Velocidade máxima: 174 km/h
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 6,4 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 8,1 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 11,2 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 17,6 / 31,3 / 70,5 m
  • Consumo urbano: 6,8 km/l
  • Consumo rodoviário: 10,2 km/l

Ficha técnica – Hyundai Tucson GLS

  • Motor: flex, diant., transv., 4 cil., 1.975 cm³, 16V, 146/142 cv a 6.000 rpm, 19,6/19 mkgf a 4.500 rpm
  • Câmbio: aut., 4 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.), Duplo A (tras.)
  • Garantia: 5 anos
  • Revisões (três primeiras): R$ 3.130
  • Seguro: R$ 4.131

Citroën C4 Lounge Origine 1.6 THP – R$ 75.590

Sendo R$ 9.400 mais barato que a versão automática, tem conteúdo acima do normal para um sedã médio de entrada. E ainda tem motor 1.6 turbo Sendo R$ 9.400 mais barato que a versão automática, tem conteúdo acima do normal para um sedã médio de entrada. E ainda tem motor 1.6 turbo

Sendo R$ 9.400 mais barato que a versão automática, tem conteúdo acima do normal para um sedã médio de entrada. E ainda tem motor 1.6 turbo (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Seu desejo era comprar um hatch esportivo com motor turbo, mas sua mulher lhe entregou um par de sapatinhos de bebê. É, meu caro, você precisará deespaço para o carrinho do bebê e de rodar confortável para que ele durma no carro sem ter que assistir à Peppa Pig.

Seria o mundo conspirando para você comprar um SUV compacto de entrada, não fosse pelo Citroën C4 Lounge Origine. Hoje, o motor 1.6 THP flex de 173 cv (turbo com injeção direta) está em todas as versões do C4 Lounge. A Origine é a mais barata: custa R$ 75.590 com câmbio manual de seis marchas.

De série, tem dois airbags, controles deestabilidade e tração, assistente departida em rampa, saídas do ar-condicionado para o banco traseiro, rodas deliga leve aro 16, Isofix e encostos de cabeça e cintos de três pontos para todos. Mas os bancos de tecido e o rádio com Bluetooth, CD player e tela com iluminação laranja (compartilhada com o computador de bordo) não agradam a todos.

Painel é emborrachado e quadro de instrumentos, digital, mas informações do computador de bordo aparecem só na tela do rádio Painel é emborrachado e quadro de instrumentos, digital, mas informações do computador de bordo aparecem só na tela do rádio

Painel é emborrachado e quadro de instrumentos, digital, mas informações do computador de bordo aparecem só na tela do rádio (Christian Castanho/Quatro Rodas)

A boa impressão vem do motor, com força a todo momento. Diverte muito mais do que se tivesse câmbio automático – que eleva o preço da versão para R$ 84.990. Mas não é um esportivo: tem volante grande, direção desmultiplicada, suspensão bem assentada, mas que privilegia o conforto, e embreagem suave e bem modulada. O câmbio tem bons engates e suas relações são mais longas que as do DS 3, algo esperado de um sedã médio.

Porta-malas de 450 litros é amplo e tem bom acesso Porta-malas de 450 litros é amplo e tem bom acesso

Porta-malas de 450 litros é amplo e tem bom acesso (Christian Castanho/Quatro Rodas)

No mercado, este C4 vive em um limbo. Abaixo, por cerca de R$ 70.000, estão as versões mais caras dos sedãs compactos. Bem mais acima, próximo dos R$ 90.000 estão os outros sedãs médios. Este Citroën é um porto seguro para quem tem família e gosta de dirigir.

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 9,1 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 29,7 s
  • Velocidade máxima: 215 km/h
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 4,8 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 6,2 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 8,3 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 16,4 / 28,5 / 68,2 m
  • Consumo urbano: 9,6 km/l
  • Consumo rodoviário: 14,3 km/l

Ficha técnica – Citroën C4 Louge Origine 1.6 THP

  • Motor: turbo, flex, diant., transv., 4 cil., 1.598 cm³, 16V, 173/166 cv a 6.000 rpm, 24,5/24,5 mkgf a 1.400 rpm
  • Câmbio: manual, 6 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.)
  • Garantia: 3 anos
  • Revisões (três primeiras): R$ 1.095
  • Seguro: R$ 3.888

 

DS 3 Sport Chic – R$ 92.900

Estilo moderno, duas portas e suspensão dura: o DS3 não esconde de ninguém que é um legítimo hot hatch Estilo moderno, duas portas e suspensão dura: o DS3 não esconde de ninguém que é um legítimo hot hatch

Estilo moderno, duas portas e suspensão dura: o DS3 não esconde de ninguém que é um legítimo hot hatch (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Não há esportivo mais divertido abaixo de R$ 100.000 do que o DS 3. Lançado no país em 2012, o hatch é o menor e mais acessível modelo da DS, divisão deluxo da Citroën que virou marca dois anos depois ­ e passa por uma fase dereestruturação que resultará na abertura de uma rede própria em breve.

Partindo de R$ 92.900, quase o mesmo valor da versão mais simples do Chevrolet Cruze hatch (R$ 96.790), a versão Sport Chic sai de fábrica com seis airbags, ar digital, faróis de neblina e rodas de liga aro 17, mas dispensa itens mais prosaicos, como sensor de estacionamento traseiro e câmera deré – oferecidos apenas no Pack Conforto por R$ 5.990. Ainda atual após anos, o design ganhou fôlego no facelift de 2014, que trouxe novos faróis bixenônio.

Acabamento de boa qualidade tem plásticos emborrachados, mas desliza ao compartilhar componentes com o Citroen C3 Acabamento de boa qualidade tem plásticos emborrachados, mas desliza ao compartilhar componentes com o Citroen C3

Acabamento de boa qualidade tem plásticos emborrachados, mas desliza ao compartilhar componentes com o Citroen C3 (Christian Castanho/Quatro Rodas)

A posição de dirigir agrada tanto pelos confortáveis bancos esportivos quanto pelo volante de boa empunhadura. O acabamento tem qualidade superior aos modelos Citroën, mas não justifica a imagem de luxo propagada pela DS, especialmente por compartilhar várias peças internas com o Citroën C3.

Sem tela touchscreen, a central multimídia (vendida como opcional) é difícil deser operada por botões localizados no rádio. Todos os defeitos, porém, são esquecidos na hora de acelerar. Ágil nas ultrapassagens e gostoso de dirigir, o DS 3 lembra um hot-hatch bem mais badalado: o Mini Cooper S.

Pelo menos algumas peças são próprias, como a bela chave Pelo menos algumas peças são próprias, como a bela chave

Pelo menos algumas peças são próprias, como a bela chave (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Além das respostas rápidas (bastam 7,8 segundos para ir de 0 a 100 km/h), a suspensão dura foi feita para estradas (e autódromos) e o câmbio manual deseis marchas tem engates curtos e justos, incitando o motorista a dirigir deforma esportiva.

E o DS 3 ainda é econômico, registrando 11,1 km/l na cidade e 16,9 km/l na estrada. Quem procura diversão por um custo relativamente baixo encontra no DS 3 a alternativa ideal.

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 7,8 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 28,6 s
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 5,1 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 6,1 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 8,5 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 15,7 / 26,6 / 68,3 m
  • Consumo urbano: 11,1 km/l
  • Consumo rodoviário: 16,9 km/l

Ficha técnica – DS 3 Sport Chic

  • Motor: gas., diant., transv., 4 cil., 1.598 cm3, 16V, 165 cv a 6.000 rpm, 24,5 mkgf a 1.500 rpm
  • Câmbio: manual, 6 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.)
  • Garantia: 3 anos
  • Revisões (três primeiras): R$ 2.268
  • Seguro: R$ 6.343

Ford Fusion SEL – R$ 125.900

Porte de sedã grande e linhas elegantes são os trunfos do Fusion SEL, que se destaca também pelo desempenho do motor EcoBoost de 248 cv Porte de sedã grande e linhas elegantes são os trunfos do Fusion SEL, que se destaca também pelo desempenho do motor EcoBoost de 248 cv

Porte de sedã grande e linhas elegantes são os trunfos do Fusion SEL, que se destaca também pelo desempenho do motor EcoBoost de 248 cv (Christian Castanho/Quatro Rodas)

De olho no avanço dos sedãs médios, a Ford aproveitou o facelift do Fusion para lançar a versão intermediária SEL.

O sedã de porte grande (é 25 cm maior que o Corolla) traz o mesmo motor 2.0 EcoBoost de 248 cv das versões superiores por R$ 125.900, credenciando-o a roubar clientes das versões topo de linha de modelos de categorias inferiores, como o Honda Civic Touring (R$ 124.900).

Nós inclusive já fizemos esse comparativo aqui na QUATRO RODAS. Deu a lógica: o Fusion venceu por oferecer mais espaço, conteúdo e refinamento que o Civic, que por seu lado tem condução mais dinâmica e desempenho um pouco melhor.

Muito equipado, o Fusion SEL traz oito airbags (dois de joelhos), ar digital bizona, bancos de couro, multimídia SYNC 3 com comandos de voz, controles de estabilidade e de tração e sensor de pressão dos pneus.

Há também itens exclusivos, como os cintos de segurança traseiros infláveis, desenvolvidos para proteger o tórax dos passageiros em caso de colisão.

Cabine é confortável e traz comandos de som, telefonia e piloto automático agrupados no volante multifuncional Cabine é confortável e traz comandos de som, telefonia e piloto automático agrupados no volante multifuncional

Cabine é confortável e traz comandos de som, telefonia e piloto automático agrupados no volante multifuncional (Christian Castanho/Quatro Rodas)

A suspensão prioriza o conforto em vez da esportividade, mas isso não significa que o Fusion fica devendo quando provocado.

Gostoso de guiar, o carro faz curvas com estabilidade incomum para osmodelos norte-americanos (que costumam deixar a carroceria rolar demais) e o câmbio estica as marchas no tempo certo quando o modo Sport está selecionado.

Os números de desempenho são bons: 8 segundos para ir de 0 a 100 km/h e 4,2 segundos para retomar a velocidade de 60 a 100 km/h. Consumo (8,8 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada) e frenagem também agradam para um modelo do porte do Fusion, mais requintado e espaçoso do que qualquer sedã médio à venda no mercado nacional.

Fácil de operar, seletor giratório de marchas lembra os modelos da Jaguar Fácil de operar, seletor giratório de marchas lembra os modelos da Jaguar

Fácil de operar, seletor giratório de marchas lembra os modelos da Jaguar (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Por dentro, algumas peças poderiam ser mais bem encaixadas, mas os materiais empregados são de boa qualidade. O painel configurável com duas telas e o seletor giratório no lugar da alavanca de câmbio convencional fazem o Fusion parecer um carro mais luxuoso do que é.

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 8 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 29 s
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 3,5 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 4,2 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 4,9 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 14,4 / 25,1 / 60,5 m
  • Consumo urbano: 8,8 km/l
  • Consumo rodoviário: 13,7 km/l

Ficha técnica – Ford Fusion SEL

  • Motor: gas. diant., transv., 4 cil., 1.999 cm3, 16V, 248 cv a 5.500 rpm, 38 mkgf a 3.000 rpm
  • Câmbio: aut., 6 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.) / multilink (tras.)
  • Freios: disco vent. (diant. e tras.)
  • Garantia: 3 anos
  • Revisões (três primeiras): R$ 1.636
  • Seguro: R$ 4.044

Jaguar F-Type V6 S – R$ 537.793

 Nas ruas, chama tanta atenção como uma Ferrari. Mas, ninguém precisa saber que este F-type custa quatro vezes menos que uma Califórnia

Nas ruas, chama tanta atenção como uma Ferrari. Mas, ninguém precisa saber que este F-type custa quatro vezes menos que uma Califórnia T (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Parece ensaiado: você passa com o carro na frente de uma lanchonete e todos viram o rosto procurando a origem do ronco grave e estridente.

O que ninguém imagina é que o preço daquele cupê baixo de linhas sensuais é um Jaguar com preço que passa longe dos sete dígitos: começa em R$ 537.793.

O capô comprido e o caimento da traseira remetem ao E-Type, um dos Jaguar mais belos e marcantes da história. Mas há quem o confunda com os traços deuma Ferrari (a California começa em R$ 1,9 milhão).

O inglês é mais barato até que um Porsche 911 (R$ 516.000), que é um excelente esportivo, mas quase discreto para quem quer fazer presença.

Interior todo revestido de couro impressiona até mesmo quem está acostumado com superesportivos Interior todo revestido de couro impressiona até mesmo quem está acostumado com superesportivos

Interior todo revestido de couro impressiona até mesmo quem está acostumado com superesportivos (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Na versão disponível para teste, V6 S Coupé, o F-Type tem motor seis cilindros como os primeiros E-Type, mas em V. Seu 3.0 com injeção direta e compressor mecânico gera 380 cv e 46,9 mkgf de torque. Com câmbio automático de oito marchas e tração traseira, garante 0 a 100 km/h em 5,1 segundos.

O ronco marcante vem das duas saídas de escape centrais. Ainda é possível deixar a sinfonia mais grave ao apertar de um botão do console.

Mas não pense que essa vocação para a pista afeta o conforto: a suspensão consegue filtrar boa parte das irregularidades do asfalto, tal como a maioria dos importados. Não era de se esperar outra coisa dos amortecedores adaptativos e configuráveis.

Entre os botões, o que deixa o ronco mais grave e o que levanta o aerofólio Entre os botões, o que deixa o ronco mais grave e o que levanta o aerofólio

Entre os botões, o que deixa o ronco mais grave e o que levanta o aerofólio (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Outro ponto forte é que ele não abre mão do acabamento refinado dos sedãs da marca. Há forração de couro revestindo painel, portas, colunas e até mesmo o teto.

Só não chama mais atenção que as saídas de ar centrais, que se levantam ao ligar a ventilação. A versão de entrada tem tudo isso e 40 cv a menos.

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 5,1 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 24,3 s
  • Velocidade máxima: 275 km/h
  • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 2,4 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 2,7 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 3,3 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 16,2 / 25,6 / 59,3 m
  • Consumo urbano: 8 km/l
  • Consumo rodoviário: 12,5 km/l

Ficha técnica – Jaguar F-type V6 S

  • Motor: gas, diant., long., 6 cil. em “V”, 2.995 cm³, 24V, 380 cv a 6.500 rpm, 46,9 mkgf a 3.500 rpm
  • Câmbio: aut., 8 marchas, tração traseira
  • Suspensão: duplo A (diant.), duplo A (tras.)
  • Freios: disco vent. (diant.)/disco vent. (tras.)
  • Garantia: 2 anos
  • Revisões (três primeiras): n/d
  • Seguro: R$ 20.893

 

 

Fonte: Quatro Rodas / Henrique Rodriguez 

 

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Os carros mais vendidos do Brasil, por versão, até agora

Lista tem boas surpresas, mas as versões mais vendidas do Brasil são do trio Onix, HB20 e Ka

O pódio dos carros mais vendidos no Brasil não muda há alguns anos. Chevrolet Onix na liderança, seguido por Hyundai HB20 e Ford Ka.

Dividindo as vendas por versão, a situação do Chevrolet Onix não é tão confortável. E aparecem alguns modelos com menos destaque no placar geral, como Fox e Creta.

Dados disponibilizados pela consultoria Jato mostram que o Onix Joy 1.0 foi o carro mais vendido do Brasil no primeiro semestre de 2018. Mas o HB20 1.0 Comforto e o Ford Ka SE 1.0 estão na cola.

Contudo, o quarto lugar é do Onix LT 1.0. O compacto da Chevrolet aparece mais uma vez na 15ª posição com o LTZ 1.4 automático.

 A Hard Working é a versão mais vendida da Strada

A Hard Working é a versão mais vendida da Strada (Divulgação/Fiat)

Líder entre as picapes, a Fiat Strada fica com a quinta posição com a Hard Working 1.4 com cabine simples. A cabine dupla, por sua vez, aparece na 21ª posição.

A partir daí vem as surpresas. O Toyota Corolla XEI, em sexto, o Jeep Compass Longitude 2.0 Flex, em 11°, e o Hyundai Creta 1.6 Pulse Plus, em 16°, mostram que este ranking é democrático no que diz respeito a preços.

 Volkswagen Fox Connect é o décimo modelo mais vendido

Volkswagen Fox Connect é o décimo modelo mais vendido (Divulgação/Volkswagen)

Carros que não se destacam tanto nas vendas gerais também aparecem. É o caso do Volkswagen Fox, hoje o modelo com projeto mais antigo da marca, que ocupa a décima posição.

Quem diria que o Polo Comfortline 1.0 TSI vende mais do que o Gol 1.0 Trendline? O Polo 1.6 também vende mais que o Gol 1.6 Trendline.

O carro cedido pela Fiat é a versão Like, topo de linha, mas avaliamos a versão Easy Mobi Like é o Fiat mais vendido

Mobi Like é o Fiat mais vendido (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Fora a Strada, a Fiat só tem outros dois representantes entre os 30 mais vendidos, o Mobi Like e o Argo Drive 1.0. Da Renault, só aparecem duas versões do Kwid, a Zen e a Intense.

 

 

Fonte: Quatro Rodas / Henrique Rodriguez 

 

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5 Razões para fazer um Seguro Residencial (agora mesmo!)

Só você sabe o quanto trabalha para conquistar e manter as coisas mais importantes da sua vida. Não sei se você já parou para pensar nisso, mas começo o texto de hoje fazendo justamente este convite: como você chegou até aqui?

Um dos grandes pilares de uma vida feliz e completa é o lar. Tudo aqui que envolve o cuidado com o sagrado lugar em que vivemos é sempre delicado, interessante e motivo de muita discussão.

Desde os móveis que você e sua família escolheram com carinho até os caprichos com a decoração, passando pela escolha de simples itens de acabamento, tudo é motivo de sonhos, longas conversas e, claro, orgulho.

Nem eu, nem você, nem ninguém quer que algo aconteça com tais conquistas, certo? A palavra-chave hoje é tranquilidade, ou seja, estar seguro que suas escolhas e decisões podem ser protegidas e mantidas caso haja alguma emergência ou situação fora de controle.

Já discutimos em outras ocasiões a importância do seguro de carro, de vida e hoje é dia de falarmos do seguro residencial. Não importa se estamos falando de uma casa, de um apartamento, de uma mansão ou de uma casa de veraneio, situações inesperadas (e caras) podem aparecer sem aviso prévio, não é mesmo?

5 razões para fazer um seguro residencial agora mesmo

Confira cinco razões para fazer um bom seguro residencial:

1. É relativamente barato (ótimo custo/benefício)

Existem diversas opções de seguro disponíveis no mercado, sendo que, ao contrário do que muitas pessoas pensam, existem opções baratas e que oferecem excelentes coberturas.

Para se ter uma ideia, de acordo com especialistas, com aproximadamente R$ 300,00 por ano é possível contratar um bom serviço de proteção básica para sua casa (incêndio, danos elétricos, explosões, por exemplo).

Um reparo pontual pode ser muito mais caro do que o valor do prêmio do seguro, além do que existem muitos benefícios nos planos oferecidos atualmente, que vão desde descontos em outros serviços até mesmo ajuda profissional com itens fora da cobertura original.

De acordo com a Proteste, o valor médio a ser pago não ultrapassa 0,3% do valor total a ser pago no caso da necessidade de reconstrução do imóvel. A dica de ouro é sempre fazer uma pesquisa entre as seguradoras antes de contratar o seguro.

2. Apartamentos têm seguro mais barato

Ainda sobre a questão de custo/benefício, os seguros feitos para apartamentos costumam ser mais baratos. Isso é uma vantagem interessante, afinal muitos brasileiros têm optado por esta alternativa devido à sensação de segurança.

Você pode pensar que em um apartamento os riscos de problemas são menores, mas isso não é verdade. Um seguro também faz diferença neste caso. Um dos motivos de o seguro para apartamento ser mais barato é o fato de a lei obrigar os condomínios a terem o seguro do prédio.

Dessa forma, os moradores de apartamentos acabam contratando apenas aqueles referentes aos danos associados ao que existe dentro do apartamento, como móveis e eletrodomésticos, ou possíveis reformas.

3. Variedade de coberturas

Em um seguro residencial, a pessoa poderá optar por incluir na sua franquia diversos serviços. Dois bons exemplos disso são os trabalhos feitos por eletricistas e chaveiro. Esses são produtos negociados à parte dos convencionais, como incêndio, raio e explosões, mas que mudam muito pouco o valor do prêmio.

Uma informação importante e que precisa ser mencionada é o fato de que alguns bens não fazem parte da cobertura, como no caso de joias e obras de arte. Ainda assim, a maior parte dos itens pode fazer parte da cobertura, o que confere uma possibilidade de customização interessante para os diferentes tipos de lares e famílias.

Como exemplos de cobertura adicional estão danos elétricos, desmoronamento, impactos de veículos, inclusive aeronaves, roubos e furtos, danos causados por vendaval, vento forte e chuva de granizo, quebra de vidros e responsabilidade civil familiar.

Basta se lembrar dos casos recentes ocorridos em São Paulo e Campinas para entender a importância de ter e manter um seguro residencial.

4. Tranquilidade e continuidade dos projetos de vida

O seguro é sempre calculado e trabalhado de acordo com as características de cada cliente, ou seja, tipo de residência, seus bens, custo de reconstrução da casa, coberturas desejadas, perfil e por aí vai.

Ah, por falar em bens, é fundamental ter as Notas Fiscais de tudo para detalhar em um eventual Boletim de Ocorrências e comprovar a compra perante a seguradora.

Como curiosidade, danos elétricos (38%), roubo (27%) e vendaval (13%) são os principais casos de acionamento de seguro residencial no Brasil.  Assim, o mais importante é definir/escolher as coberturas necessárias e trabalhar com o corretor de forma a avaliar tudo que se deseja proteger.

Com a ocorrência de um sinistro, a continuidade e a tranquilidade serão mantidas e o lar será afetado de forma apenas temporária – a empresa tratará de ressarcir o cliente da forma assegurada em contrato.

Leitura recomendadaSe você ama sua família, pense no futuro deles e faça um seguro de vida

5. Proteção contra coisas simples (mas que custam caro)

Todo mundo tem uma história de um eletroeletrônico ou item de casa que “estragou” ou “queimou” depois de uma tempestade ou forte chuva com trovões e relâmpagos.

Dependendo do produto em questão, a brincadeira pode ficar cara na hora do reparo. O seguro residencial com as coberturas mais simples pode ser muito eficiente neste sentido, protegendo seus bens. Só isso já faz toda a discussão fazer sentido.

Dica bônus: se o que você procura é um serviço de qualidade e ao mesmo tempo que caiba no seu bolso, a opção com franquia pode ser uma boa escolha. Na prática, isso fará você ter a opção de cuidar do reparo por conta própria ou escolher usar o seguro, analisando financeiramente as opções (como funciona com o carro).

Conclusão

Ao contrário do que muitas pessoas falam, acidentes podem acontecer com todos nós e com as coisas que possuímos (inclusive nossa casa), portanto é fundamental está coberto e protegido através dos seguros.

A verdade é que o seguro residencial é muito vantajoso nas coberturas básicas (e em muitos casos nas adicionais), pois não são raros os eventos de ordem aleatória (da natureza ou não) que assolam nossas residências por aqui. Você sabe bem do que eu estou falando.

Portanto, não perca tempo e faça uma cotação agora mesmo na NobreSeg!

 

Fonte: Dinheirama

 

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