Tag Archives: seguro



Como vender o seu carro do jeito mais rápido pela internet

A população, cada vez mais conectada, mudou a maneira de comercializar um usado. Quer negociar seu veículo da forma mais eficiente? Nós ensinamos

 (Elias da Silveira/Quatro Rodas)

Para quem quer vender seu carro usado, a melhor maneira hoje é uma só: um anúncio online. Mas não se engane ao achar que isso é fácil de fazer.

Um erro na descrição oua má qualidade da foto podem estragar tudo. “A internet trouxe praticidade para o dia a dia, mas também requer rapidez de quem deseja fazer negócios com ela.

O processo de venda deve ser encarado com seriedade e dedicação”, explica Fernando Miranda, CEO da Webmotors.

Segundo Marcos Leite, diretor da OLX, metade dos anúncios são vendidos em até nove dias, e uma em cada três vendas ocorre em cinco dias. Essa rapidez está ligada à qualidade do anúncio.

“O modelo ideal deve ter fotos que mostram detalhes, um bom título e uma descrição curta e objetiva. Assim, a possibilidade de conversão aumenta consideravelmente mesmo para carros com baixa liquidez”, diz.


O anúncio perfeito

Os dois maiores sites de anúncio online do país, Webmotors e OLX revelam quais são os principais segredos para conseguir revender seu usado no tempo e preço desejados.Saiba mais:Qual é o momento ideal para vender meu carro? 

WebMotors e OLX

 (reprodução/Internet)

Descrição ideal

O anunciante deve ser objetivo e resumir as qualidades do seu carro num texto de 100 a 150 caracteres.

Algumas informações não podem faltar: revisões, quilometragem e danos no veículo – seja sempre honesto quanto aos defeitos, para não gerar frustração na hora das visitas.

Também é importante mencionar se rodou mais na cidade ou na estrada e se foi de um único dono. Ser sincero é parte importante do papel do vendedor.

Frases marqueteiras como “oportunidade única” e “ótima compra” só pesam contra a confiabilidade do conteúdo publicado.

Responder rapidamente

Não basta anunciar o carro e checar as mensagens só ao final do dia. O ideal é que uma proposta tenha sua primeira resposta em até duas horas.

Isso manterá o interesse do comprador em alta e, segundo os sites de anúncio, aumenta consideravelmente a possibilidade de venda.

Quantidade de fotos

As estatísticas mostram que colocar entre quatro e sete fotos gera a melhor conversão em vendas.

Se inserir menos, fica incompleto; se usar mais, pode dispersar a atenção. Procure evidenciar todos os ângulos, interior e porta-malas.


Venda rápido sem anúncio

Criada no fim de 2015, a InstaCarro virou uma opção popular em São Paulo para quem tem pressa. Ela promete vender seu carro em apenas uma hora meia.

O segredo é que o veículo participa de um leilão online com lojistas – atualmente há 1.500 empresas cadastradas. A desvantagem desse processo é o preço abaixo do mercado. Afinal, a loja precisa pagar menos para depois revender o usado para um consumidor final.

Honda Fit - InstaCarro –

 (reprodução/Divulgação)

Teste prático

Para entender como ele funciona na prática, fui testar o serviço como consumidora anônima. Marquei o atendimento pelo site e levei meu Fiat Uno Way 1.0 2012 à unidade do bairro de Santana num sábado de manhã.

Avisaram que o valor deveria variar de R$ 16.000 a R$ 20.000 (sua tabela Fipe é de R$ 22.417). Pediram chave, documento e que eu aguardasse em outra sala.

Após uma hora e meia de espera, o consultor me chamou contou como foi o leilão virtual: meu carro recebeu 32 lances e o melhor preço foi de R$ 18.900.

Confira as dicas dos consultores da empresa para fechar um bom negócio:

Não conserte pequenos amassados: o ideal é não mexer em nada que envolva funilaria. Para os lojistas, é melhor ver quais são as imperfeições do que descobrir um reparo mal feito.

Carro difícil de revender: se você tiver um modelo com pouca aceitação, prefira ir durante a semana, para ter pouca concorrência. No fim de semana, é mais fácil haver um similar ao seu.


Como fazer boas fotos

Dicas para que o seu carro usado não perca a pose na hora de ser negociado

1. Melhor aparência

Antes de sair clicando, é preciso dar ao veículo uma boa presença. Lave passe cera, para deixá-lo com a melhor aparência. Outro ponto que atrai possíveis compradores é a limpeza de detalhes internos.

2. O local exato

Peugeot 208 - desmonte

 (Marco de Bari/Quatro Rodas)

As fotos não devem ser feitas em um lugar escuro nem sob sol forte. O equilíbrio pode ser encontrado em uma garagem ou estacionamento abertos, com poucas sombras. A dica não vale para o interior, que precisa de luz para revelar detalhes.

3. Ângulos obrigatórios

Dicas para fotografar seu carro Além da iluminação e do cenário, os melhores ângulos são aqueles em que o carro pode ser visto com mais facilidade. A melhor posição para isso é abaixado, pois valoriza as curvas das laterais, dianteira e traseira

Além da iluminação e do cenário, os melhores ângulos são aqueles em que o carro pode ser visto com mais facilidade. A melhor posição para isso é abaixado, pois valoriza as curvas das laterais, dianteira e traseira (Marco de Bari/Quatro Rodas)

As fotografias devem mostrar o perfil dianteiro e o traseiro do carro, além da frente e da traseira chapadas. Imagens do interior que mostram bancos, painel e console são indispensáveis, assim como o motor. Ao registrar o painel, apoie a câmera no encosto do banco, para não deixar a foto tremer.

 

 

Fonte: Quatro Rodas / Isadora Carvalho

Veja Também: http://www.nobreseg.com.br/entenda-como-funciona-a-tabela-fipe/

Entenda como funciona a Tabela FIPE

 

Feirão de carros usados

Os valores da Tabela Fipe são usados como base para a maioria das negociações de carros usados e seminovos (Ciete Silverio/Quatro Rodas)

A tabela FIPE, criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é a principal referência no mercado de carros usados e seminovos, além de ser usada como base para contratos e seguros.

Mas a forma como ela é desenvolvida e eventuais discrepâncias com o mercado ainda geram dúvidas em algumas pessoas.

A FIPE foi criada em 1973 para auxiliar a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. O órgão presta serviços ao governo e empresas privadas, e tem no Preço Médio de Veículos, também chamada de Tabela FIPE, um de seus principais produtos.

O índice é baseado na coleta de preços de carros, motos e caminhões usados, seminovos e novos no mercado nacional. Em posse dos valores, pesquisadores descartam os preços muito altos, baixos ou com alguma discrepância estatística. Os números restantes são usados para criar uma média, e é esse o valor que vai constar para aquele determinado veículo na tabela.

A tabela é atualizada mensalmente, e cada pesquisa pode ser refinada com a versão, motorização e ano-modelo do automóvel em questão.

Hoje, o índice continua a ser a principal referência para lojistas, comerciantes e vendedores. Ele também serve de base para o cálculo de seguros e tributos, como o IPVA. Mas ninguém é obrigado a segui-la ao pé da letra.

A FIPE explica que o índice é uma referência, e que ele pode receber fatores de correção para cima ou para baixo, de acordo com o estado de conservação do veículo e outras diferenças pontuais, como sua localização (picapes, por exemplo, são mais valorizadas no centro-oeste).

Por isso, é comum encontrar anúncios com valores distantes do indicado pela FIPE para aquele modelo. O proprietário também tem o direito de cobrar o valor que acha o mais justo para aquele veículo, podendo pedir um preço muito alto por um veículo raro ou com quilometragem extremamente baixa, por exemplo.

A presença de intermediadores (como lojas e sites de venda) em carros anunciados também costuma gerar valores acima dos tabelados pela FIPE, pois incluem comissões e margens de lucro.

 

Para consultar a Tabela FIPE: http://veiculos.fipe.org.br/

Fonte: Quatro Rodas

 

Veja Também: https://www.nobreseg.com.br/5-motivos-para-contratar-um-seguro-para-o-seu-automovel/

Sinistro em Seguro Auto

O que é um Sinistro?

Sinistro é todo tipo de ocorrência prevista no contrato de seguro, de natureza súbita, involuntária e imprevista. Basicamente, são os acidentes de trânsito, incêndio acidental, furto, roubo que envolva o veículo segurado.

É importante que você, segurado, conheça bem as situações que as seguradoras caracterizam como sinistro antes de fazer uma cotação de seguro auto, para não ter dor de cabeça com eventos não cobertos por ela. Fique atento também aos processos de regulação e liquidação dos mesmos. É grande o número de pessoas que deixam para conhecer esses pontos somente na ocorrência de um sinistro, o que pode causar complicações geradas por nervosismo ou desconhecimento.

Os sinistros podem ser caracterizados como Parciais ou Integrais. O sinistro parcial é quando o veículo sofre uma colisão ou qualquer outro dano que não atinja 75% do valor do carro. Ultrapassando essa porcentagem, é definido como Perda Total (o famoso “PT”), significando assim como sinistro integral.

Exemplo: Caso bata seu veículo e cause quebra de parachoque, o dano será considerado como parcial; Já em casos onde o conserto ultrapasse mais de 75% do valor total do carro (caso o conserto de um carro de 100 mil reais saia por 75 mil, por exemplo), o sinistro é considerado como integral. Casos de roubo e furto, onde não haja recuperação do carro, também são considerados como danos integrais.

Ao passar por uma situação de sinistro, o segurado deverá passar um procedimento padrão, em um prazo máximo de 30 dias:

  • Apuração de danos, onde a causa, natureza e extensão das avarias serão levantadas por meio de vistorias, registros policiais e tantos outros;
  • Regularização, onde ocorre a análise do evento, definindo se ele está realmente coberto ou não;
  • Liquidação, na qual se realiza o pagamento da indenização, ou encerra-se o processo sem indenização.

Veja o que fazer em caso de sinistro.

O que eu faço se eu bater no carro de alguém?

Primeiramente, siga as instruções gerais para sinistro no link acima.

Caso você tenha cobertura de seguro contra danos a terceiros, você pode utilizá-la. A cobertura funciona como qualquer outra, e a ocorrência se caracteriza como sinistro da mesma forma. No entanto, ao acioná-la, você perderá um ponto de sua classe de bônus, o que faz valer a pena avaliar se vale ou não a pena acionar a seguradora nesses casos.

Exemplo: Após uma colisão o conserto de veículo do terceiro ficou em 10 mil reais. Nesse caso pode ser interessante acionar a seguradora, que arcará com os custos da oficina. Agora, se o conserto ficar em torno de 150 reais, é importante levar em consideração se vale a pena acionar a seguradora e perder uma classe de bônus por esse valor.

O seguro contra danos a terceiros é ausente de franquia, mas é considerado como a utilização da Classe de Bônus.

É importante lembrar que caso haja ocorrência de feridos, você deve chamar imediatamente o serviço de emergência, e aguardar no local junto aos feridos.

O que eu faço se roubaram meu carro?

Caso seu carro seja roubado ou furtado, o primeiro passo que você deverá tomar é abrir um boletim de ocorrência (B.O) na delegacia, informando sobre o crime. Logo em seguida, entre em contato com sua seguradora ou corretora, informando a ocorrência do sinistro.

É importante lembrar que o boletim de ocorrência é item obrigatório para que haja o reembolso da seguradora, pois o mesmo serve como item comprobatório do sinistro.

Caso não seja possível encontrar o carro – ou se o mesmo encontrar-se com danos que ultrapassem 75% de seu valor total (caracterizando Perda Total) – você receberá o reembolso.

Caso o veículo seja localizado com danos abaixo dos 75% de seu valor, então a seguradora entrará com a cobertura parcial, o que irá exigir utilização de sua franquia (caso a tenha contratado no seguro).

Documento sinistro – Quais eu preciso para dar entrada ao pedido de indenização?

Cada seguradora pode definir quais os documentos necessários para realizar o pedido de indenização. Por isso é importante entrar em contato com a sua corretora ou seguradora, através do site ou telefone, para verificar a lista solicitada. Os documentos também podem variar conforme o tipo de sinistro.

Alguns dos documentos mais comuns a serem solicitados para abrir o pedido de indenização são: informações de data, horário e local do sinistro, boletim de ocorrência, CNH do condutor, CRLV do veículo, formulário de sinistro da seguradora e documentos pessoais do condutor.

Quanto tempo vou levar para receber indenização após um sinistro parcial?

Sinistro parcial é quando o veículo sofre danos que podem ser consertados. Na ocorrência desses casos, a seguradora geralmente paga o custo do reparo diretamente à oficina. Ao segurado caberá o pagamento da franquia, que deverá ser feito diretamente para a oficina também.

Caso o acidente tenha causado danos ao carro de terceiros, na maioria dos casos a seguradora paga a indenização dos prejuízos diretamente à oficina mecânica.

As seguradoras costumam autorizar os reparos do veículo em um ou dois dias após o segurado providenciar o aviso de sinistro e encaminhar o carro para a oficina escolhida.

Qual será o valor da indenização se eu passar por um sinistro?

Geralmente as seguradoras realizam o pagamento de indenização integral (quando há perda que ultrapasse 75% do valor do veículo) baseadas no valor de mercado, descrita pela Tabela Fipe.

Na negociação do contrato, você pode escolher um percentual que irá ser aplicado sobre o valor encontrado na tabela (fator de ajuste). Esse percentual tem como objetivo ajustar o valor tabelado ao valor de mercado real do veículo segurado, considerando demais características particulares como conservação, por exemplo.

Fonte: Bidu

veja também: https://www.nobreseg.com.br/as-3-falhas-mais-comuns-nos-carros-brasileiros/.

Do NOT follow this link or you will be banned from the site!